Desde 2019 que estou neste processo — não como observadora, mas como alguém que está dentro dele. Que perdeu o chão, que ficou no limbo, e que encontrou, aos poucos, o caminho de volta a si mesma.
É a partir daí que acompanho outros.
Chamo-me Flora. Desde 2019 que o despertar espiritual é a realidade central da minha vida — não como teoria, mas como experiência vivida. Perdi certezas, perdi versões de mim que achava que eram eu, fiquei no limbo sem saber para onde ir. E aprendi, aos poucos, a confiar no que estava a acontecer.
Passei por fases que conheço bem — a perda de certezas, o isolamento, as noites onde não se sabe quem se é. E aprendi que esse processo tem nome, tem fases, e tem fim. E que do outro lado há algo muito mais real do que o que ficou para trás.
"Não vim ensinar — vim partilhar o que aprendi ao caminhar. E ainda estou a caminhar. Isso não me envergonha; é exactamente o que me permite estar aqui."
O Florar nasceu da necessidade de criar um espaço honesto para este processo. Sem promessas de felicidade fácil, sem espiritualidade de consumo. Com a profundidade que o processo merece — e com a gentileza que quem está no meio precisa de encontrar.
Ver outros a florescer — a nascerem de novo, a encontrarem-se a si mesmos — é o que me dá alegria genuína. Não por orgulho. Por gratidão. Porque cada pessoa que renasce me lembra porque é que este caminho importa.
O caminho existe. Há espaço para ti — ao teu ritmo, com honestidade.
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